Nascido para Correr – Christopher McDougall (A experiência de descobrir uma nova vida)

“Não quero que ninguém faça nada a não ser correr, divertir-se, dançar, comer e comemorar conosco. A arte de correr não serve para fazer os outros comprarem produtos. É preciso liberdade, cara” – Frase atribuída a Caballo Blanco extraída do livro que dá título a esse post.

Comecei a correr, e sempre fui e sou de ler muito sobre qualquer tema que me agrade. Então, por meio de alguns blogs, conheci este livro. Confesso, nunca li nada que me motivasse tanto a correr. Nunca li nada que fosse de encontro ao que penso, de certa forma, que correr é algo tão natural que parece que fomos nascidos para isto.

O livro, de uma forma muito única, conta a experiência de uma ultramaratona “improvisada” por Caballo Blanco no méxico juntamente com a tribo – considerada os melhores corredores do mundo – dos Tarahumara.

Caballo Blanco, que tem melhor sua história contada no livro, era vegetariano –  infelizmente este ano, ao decorrer da leitura deste livre, vim a ler que ele faleceu – assim como Scott Jurek, que é vegan, o livro aborda bastante  sobre alimentação, como também a forma de correr, o minimalismo das corridas e, em minha opnião, depois que você ler esse livro, nunca mais vai comprar um Nike.

O grupo que participou desta corrida, chamado depois de Mas Locos, tem sua história contada, seus costumes, alimentação e principalmente, como corriam e quando começaram a correr.

Recentemente li também a um livro chamado: Guia completo de corrida de FIXX, James F, publicado em 1977 e, neste livro, como a diferente de até poruco tempo os tênis usados para correr. Por isso talvez, tantas dores. Mas, no livro Nascidos para Correr, esse tema é abordado de uma forma muito clara e que vai de encontro ao que imagino: Talvez os solados do Nike seja bom para alguma coisa, mas não para correr.

O livro comenta sobre correr descalços, o próprio autor assume que tem essa prática em seu sítio. Na foto acima, você tem o Barefoot Ted, que fez o percurso da prova narrada no livro, de pouco mais de 70 quilômetros com suas Five Fingers. (Nem todos os modelos de Five Fingers são vegan).

O livro comenta sobre competições, mas acima de tudo, fala sobre paixão, amor e respeito o que é demostrado e narrado ao final do livro quando a “grande maratona” acontece.

Se você ler, vai querer correr!!!!

 

 

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